Orientações para o projecto

A partir das referências partilhadas nas aulas, os alunos irão realizar um ensaio com documentação de uma exploração ou protótipo funcional . Podem optar entre as tecnologias exploradas nas aulas ou outras que queiram aprofundar e por uma temática que esteja relacionada com a investigação de mestrado que cada um pretende explorar.   METOGOLOGIA As propostas dos trabalhos, explorações de desenvolvimento e os resultados serão apresentados e discutidos na aula. O desenvolvimento dos projectos será realizado sob orientação tutorial, na aula e para além do tempo lectivo. Proposta de estruturação do projecto: 1º artigo: Proposta de tema + referências relacionadas … Continuar a ler Orientações para o projecto

Morte enquanto media (vídeos 360)

Desde a série Salgados (2012/2013) – uma série predominantemente performática que viria a criar as bases para o desenvolvimento de uma linguagem que situaria, eu, entre a “ironia” de Baldessari e o “pathos” de Chris Burden – que o meu trabalho se relaciona diretamente com a morte, não tanto como tema, mas mais como suporte, como media. Apropriando-me de objetos e rotinas pertencentes ao ramo funerário, suas propriedades e funcionalidades, fui construindo uma prática artística que explora o corpo, a ausência, o propósito e o ridículo. Hoje, assumo a ânsia por uma evolução da minha prática e dos seus próprios conceitos … Continuar a ler Morte enquanto media (vídeos 360)

Os Surdos em vista panorâmica de 360º (VR) – trabalho final

Desde então, o tema tem sido o mesmo, os gestos da Língua Gestual Portuguesa. Os gestos fazem parte do nosso dia-a dia. Usamos gestos, acompanhados de linguagem corporal, para nos exprimirmos e dar mais ênfase àquilo que proferimos transmitindo uma variedade de sentimentos, de hostilidade ou afeição, de alegria ou de tristeza, ou mesmo, ilustrativos de determinada ação.

A expressão é muito importante. Teve uma parte importante no vídeo de YouTube denominada “Deaf People Teach Us Bad Words | Deaf People Tell | Cut” realizado por canal Cut:
“O rosto é importante? Sim, absolutamente! Isso mostra a nossa expressão, por exemplo quando estamos realmente zangados ou não. É tudo em ASL (American Sign Language)! Por exemplo, vocês têm tom, certo? E você consegue dizer quando alguém está zangado, triste ou a ser sarcástico e em ASL, nós não temos esse tipo de tom, mas nós mostramos isso através da maneira que gestualizamos (quão grande, quão rápido, quão lento, etc.) e todas as expressões faciais que temos.” (Cut, Deaf People Teach Us Bad Words, 2017. (para ver o vídeo, está nas referências no final da página)

Para compreender melhor, a Língua Gestual tem uma estrutura gramatical que equivale às línguas orais com reconhecimento pela comunidade linguística que faz parte da cultura e identidade das pessoas surdas e com reconhecimento socio-antropológico. Não pertence ao código comunicacional convencional nem se tratam de gestos inventados por cada pessoa.

Porém, a nossa Língua Gestual Portuguesa não é universal. A universalidade corresponde a um código de comunicação. É muito comum julgar que todos os Surdos falam a mesma língua em qualquer lugar do mundo. É como as línguas orais, ou seja, cada país tem a sua própria língua e cultura que faz parte da identidade do povo desse país. Além disso, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua gestual diferente. Cada país terá a sua própria língua gestual. Por exemplo, no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (libras).

Para acrescentar, como qualquer língua oral, a LGP possui variantes dentro do seu próprio idioma, alterando, relativamente, de região para região e dependendo do grau de instrução e das profissões dos surdos, em cada uma das regiões. Existem, por isso, dialetos e regionalismos.

 

TRABALHO ANTERIOR

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Can you feel it? – Desenvolvimento

Diana Trigo // Guilherme Peres // Sara Cetto Depois de algumas dificuldades, estamos finalmente a conseguir chegar aos objetivos deste projeto. As dificuldades do ponto 1 do nosso projeto (Animação em Processing) já estão a ser ultrapassadas e a nossa animação parece estar a ganhar forma e a aproximar-se ao aspeto que imaginámos desde o início. Ainda nos falta afinar os pormenores, como alterar o tipo de letra e ajustar as variáveis da textura, mas o aspeto geral já está de acordo com o pretendido. Relativamente ao ponto 3 (Objeto físico – poster), também já nos encontramos na fase de … Continuar a ler Can you feel it? – Desenvolvimento

Ana Sofia

Sou a Ana Sofia e frequento o Mestrado de Arte Multimédia. Sou uma pessoa simples que supera todos os dias as dificuldades, mas isso toda a gente as supera. Tenho projetos futuros para completar / realizar que possa ser relevantes, mais tarde na procura de emprego na área pretendida. Embora hoje, queira experimentar em trabalhar em outras áreas, continuo a ser amante da fotografia, com várias ideias para os projetos. Neste âmbito enquanto exploro para realizar projetos, também desenvolvo as minhas capacidades e lutar para um bom futuro e conseguir boas conquistas. Continuar a ler Ana Sofia

Proposta de trabalho

Nesta disciplina, quero trabalhar com VR (Virtual Reality) em 360º: Primeiramente, no ano passado, realizei o vídeo no dia 23 de junho, na festa de S. João no Porto, onde há um grande aglomerado de pessoas, surdas e ouvintes. Nessa festividade mostra-se uma interação num espaço livre em 360° e captar várias conversas simultâneas. Como vai ser a rotação em 360°, as conversas não vão estar em sintonia pois cada conversa é diferente da outra. Foi gravado pelo iPhone 5S e um selfie-stick. O vídeo tem 3 minutos de duração. Por isso, pretendo repetir da mesma forma com a máquina … Continuar a ler Proposta de trabalho

Vídeo 360º

Vídeos 360 e Vídeo 360 estereoscópico Características de câmaras 360 mais recentes: WHICH 360 CAMERA SHOULD YOU BUY IN 2018?! Top 5 Best 360º Cameras in 2018 Câmaras disponíveis na FBAUL para utilização em projectos: Nikon Keymission 360 (apoio ITI/LARSyS) Samsung Gear 360 (área de Arte Multimédia | Nº de série: RFAKA08T9YD) Vídeos e fotos na aula para teste de registo e edição disponíveis em pasta partilhada na drive + Recursos online Recursos Nikon 360 Top 10 beginner tips for 360 video making with Nikon Keymission 360 + crítica ao software da Nikon 360 I Got A Nikon KeyMission 360 … Continuar a ler Vídeo 360º

Bio Arte/ DiY Bio | Referências

Prática com microscopia DiY Hackteria.org Wiki: DiY microscopy Exemplo: ARTiVIS – MAicro Public Lab + Bio Arte EXEMPLOS Eduardo Kac Biopoetry | Transgenic poetry “Cypher” Marta de Menezes Proteic Portrait |  Plague – Proposta de projecto + Decon – Pinturas vivas que se desconstroem durante a exposição — DiY bio An Institution for the Do-It-Yourself Biologist Biohackers (LA) “Biohack” – ensaio por Daniel Grushkin Hackteria Workshop (DIY)biology: Designing for Open Source Science, Conferência DIS’12 (Designing Interactive Systems) | Arquivo do workshop | Fotos MM – participação no workshop — + Sementes com mensagem gravada a laser | Wish a Bean … Continuar a ler Bio Arte/ DiY Bio | Referências

Can you feel it? – Proposta

Diana Trigo // Guilherme Peres // Sara Cetto Can you feel it? é o nome e o ponto de partida para o nosso projeto para esta unidade curricular. O objeto de estudo é o sentido sensorial que podemos dar à tipografia e o impacto que esta pode ter no leitor/espetador, na medida em que a tipografia pode assumir uma outra dimensão: a transição da bidimensão para a tridimensão e a maior proximidade que esta pode assumir junto de quem está a experiência-la. A ideia partiu de um exemplo presente no aplicação Processing, que sugere uma espécie de efeito peluche à … Continuar a ler Can you feel it? – Proposta

Registos da visita de estudo à exposição EXPAND

Após a visita de estudo à exposição, aqui ficam os dados de cada peça com os títulos, autores e descrição e o álbum com os registos fotográficos e de vídeo da nossa visita. Os nossos agradecimentos aO Espaço do Tempo e a toda a equipa, muito especialmente ao Rui Horta, à Silvia Tecedeiro, Vasco Mósa e Carlos Lourenço, e também ao Pavilhão do Conhecimento e à sua equipa! Haiku Collaborative Dream Filipe Cruz Instalação interactiva sobre o caos e efemeridade do processo criativo colaborativo. A projecção apresenta poemas minimalistas segundo o estilo japonês haiku, com várias opções de fundos criadas … Continuar a ler Registos da visita de estudo à exposição EXPAND

Realidades Virtual e Aumentada | Vídeo 360 Referências

Continuum da realidade Realidade Aumentada Exemplos de projectos artísticos In Fondo al Mar + Amy Youngs: primeiras explorações | Proposta em curso ARTrees   Panorâmica de tecnologias disponíveis (SDKs): Wikitude ARKit ARcore (WebARcore – google) | Ex.: What’s new in AR (Google I/O ’18) Vuforia MaxST DeepAR EasyAR ARToolKit Xzimg (Apresentação e comparação) + blippAR mixARe  (Utilização) + Godot | AR/VR Primer for Godot Ex. vídeo tutorial introdutório ARkit demo — Guia com indicações passo-a-passo para a prática de RA com o Unity+Vuforia Materiais disponibilizados durante o workshop de Realidade Aumentada, por Ben Bays | UT Austin: “Immersive Media: Producing … Continuar a ler Realidades Virtual e Aumentada | Vídeo 360 Referências

Computação Física | Referências

Computação física: existência de elemento físico a servir de input ou output de um processo computacional. Definição de Computação Física, por Tom Igoe Vídeos introdutórios Brinquem com Materiais Inteligentes, Catarina Mota + Blog Catarina Mota Open Materials Massimo Banzi, You don’t need anyone’s permission to make something great, Web Lauren McCarthy, Happiness Hat, 2009| + Tools for Improved Social Interacting   Inrodução à computação física com Arduino, Makey Makey e Bitalino ArduinoHome . Download . Examples/tutoriais Fritzing Software para montagem e testes de circuitos electrónicos, incluindo Arduino Referência para introdução à prática da computação física – curso ITP, por Tom Igoe Soft circuits: Lillypad Circuitos em papel compatíveis … Continuar a ler Computação Física | Referências

Lucas de Lima

Olá pessoal, antes de iniciar meu estudos no mundo das artes minha primeira formação foi como publicitário. Após trabalhar durante dois anos como designer gráfico, minha cinefilia falou mais alto e resolvi fazer uma pós-graduação em cinema. Realizei alguns filmes durante esse período. Afim de experimentar outras plataformas e médias, fiz uma segunda pós em processos criativos em palavra e imagem. Mesmo trabalhando em diferentes plataformas, ainda me apresento como um curtametragista, realizador e produtor audiovisual. Seleccionei algumas amostras do meu trabalho. Vídeo.Stop motion.Songs Continuar a ler Lucas de Lima

Software criativo | Referências

Instalações interactivas com software criativo e visão por computador / ou outros sensores The Legible City (1989) video | Jeffrey Shaw Text Rain (1999) Camille Utterback Reactive Books (1994-99) John Maeda Interactive Plant Gowing (1992) Christa Sommerer & Laurent Mignonneau + exemplos recentes: com Processing – ver galeria + Artistas Marius Watz, Tiago Rorke com openFrameworks – ver galeria+ Artistas Karsten Schmidt, André Sier + Projectos Eyewriter Software criativo: Processing (download da aplicação) Processing – Getting started por Casey Reas e Ben Fry Tutorial de iniciação ao Processing: Introdução + Vídeos, por Daniel Shiffman et al. Introdução às linguagens de programação criativa, por Pedro Ângelo (no âmbito da unidade curricular … Continuar a ler Software criativo | Referências

Hello world! Mónica Mendes

Bem-vindos à plataforma de publicação de Laboratório de Métodos Transmédia [LMT] do mestrado em Arte Multimédia e de Explorações Digitais Interactivas & Tipografia [EDIT] do mestrado em Práticas Tipográficas e Editoriais Contemporâneas do ano lectivo 2018-19 🙂 Para vos enviar o … Continuar a ler Hello world! Mónica Mendes